Amy Winehouse apresenta…
O nome dela é Dionne Bromfield e ela só tem 16 anos mas teve uma madrinha de peso para lançá-la na mundo musical, Amy Winehouse. Dionne começou a sua carreira quando apareceu em um vídeo no youtube cantando "If I Ain't Got You" da Alicia Keys, junto com Amy.
Em setembro de 2009, depois de abrir os shows de Amy nas turnês (inclusive aqui no Brasil) Dionne assinou um contrato com
a gravadora Lioness Records, a mesma de Amy e em outubro do mesmo ano o seu primeiro cd foi lançado. "Introducing Dionne Bromfield" trazia regravações de artitas do R&B, jazz e soul.
Veja o vídeo de lançamento do cd, com um depoimento de Amy sobre a menina.
"Foolish Little Girl" foi o primeiro single da carreira cujo clipe já estava gravado antes mesmo do lançamento do cd. "Mamma Said" foi o segundo single, veja o clipe aqui. Em 2011 "Good for the Soul" foi lançado, o segundo cd da cantora continua na mesma linha musical do primeiro e a voz de Dionne está assustadoramente parecida com a de Amy, pelo jeito ela está no caminho certo. "Foolin" é a música de lançamento do segundo cd. No canal do youtube de Dionne dá para ver outros clipes e apresentações ao vivo além de um vlog dela com dicas de estilo e maquiagem! Mesmo sendo afilhada de Winehouse, ela não soa como uma cover, muito pelo contrário, ela já demonstra uma personalidade musical marcante. Eu já estou ansioso para saber o que vem em seguida e torcendo para que ela não siga os mesmos passos da madrinha fora da música. Site oficial Twitter Facebook
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O velho novo e-mail
O e-mail (como o próprio nome diz) foi criado como uma metáfora digital para o correio convencional, lá em meados dos anos 80. E quando foi criado ele procurava reproduzir um hábito que as pessoas já tinham no mundo físico: escrever longas cartas, enviá-las para alguém distante e aguardar a resposta depois de um certo período.
O problema, na maioria das vezes, era a demora em assuntos que se mostravam urgentes.
E mesmo com o advento das mídias sociais, o e-mail continua sendo a aplicação mais usada na internet. A revolução na forma de enviar, receber e organizar e-mails que o Gmail (serviço da Google) trouxe lá em 2004, foi fantástica. Porém, já são 8 anos que a interface permanece praticamente inalterada.
Descontentes com essa situação, Dhanji Prasanna, Cameron Adams e Jochen Bekmann, três ex-funcionários do Google, anunciaram o lançamento oficial do Fluent.io: uma interface especial para o Gmail que transforma o serviço em algo rápido e similar às redes sociais da atualidade.

Ao invés de mostrar uma lista enorme e completamente desconvidativa de mensagens não lidas, o Fluent mostra as mensagens que chegam em forma de “conversa”: pequenos blocos de texto exibidos ao lado de imagens parecidas com avatares – mais ou menos como sua linha do tempo no Twitter ou no Facebook.
A intenção do Fluent é certamente facilitar a vida dos usuários do serviço de e-mail: quando você responde ou marca um e-mail com estrela, ele é autoarquivado e sai imediatamente da sua vista. Além de eliminar, seguindo os criadores, a velha mania do “respondo esse daqui depois”.
O serviço ainda está na fase demo, mas você pode testar a interface antes de decidir se adere ou não, aqui!
Vídeo de apresentação da ferramenta: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Z07MnBf9QNY
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A rede social dos processos
Para aqueles que assistiram A Rede Social (2010, David Fincher) sabem que Mark Zuckerberg não é um novato na participação de processos contra ele mesmo. Mark foi indiciado, na época retratada no filme, pelos gêmeos e também estudantes de Harvard, Tyler e Cameron Winklevoss por roubo de propriedade intelectual e por Eduardo Saverin, o brasileiro e co-fundador do Facebook pelo envolvimento de Mark com Sean Parker (empreendedor norte-americano que co-fundou o Napster e foi interpretado por Justin Timberlake no longa) na tomada de decisões que não condiziam com os acordos feitos pelos dois.
O homem da vez agora é o vendedor nova-iorquino Paul Ceglia.
Paul processou Zuckerberg e o Facebook em 2010 sobre uma disputa de um suposto contrato assinado em 2003 que lhe garantia metade da participação no Facebook. Além da queixa formal, diversos e-mails foram apresentados ao tribunal federal de Buffalo, Nova York.
Ceglia disse ter conhecido Zuckerberg quando ainda era calouro em Harvard, após ter respondido um anúncio dele no site Craiglist que procurava alguém para o desenvolvimento de um software de mapeamento de ruas. Ele então se ofereceu para trabalhar no projeto por US$ 1,000 e contou a Ceglia sobre seu protótipo de “livro anual” online dos estudantes da universidade que ele pretendia expandir. Paul disse ter dado outros US$ 1,000 para que ele continuasse no projeto do então entitulado “Thefacebook”, com a condição de 50% da participação no projeto, caso ele crescesse.
A queixa inicial exigia 84% do Facebook, baseado em uma das cláusulas de compensação caso o site fosse lançado com atraso, depois de 1º de Janeiro de 2004. A segunda, revisada, reivindicava 50% do site e incluiu um e-mail em que Ceglia teria concordado em retirar a cláusula de compensação a pedido de Zuckerberg:
“Eu simplesmente não vou me preocupar em colocar o site no ar se você insistir em uma porcentagem tão alta. Sugiro que você retire a multa completamente e que nós oficialmente voltemos a ter uma divisão de 50% e 50%”.
Após o desenrolar de quase 2 anos, e diversos reveses contra o nova-iorquino (incluindo multas pelo não cumprimento da ordem de entrega de dados de sua conta de e-mail) os advogados do Facebook apresentaram diversos documentos que comprovam a farsa de Paul e que inclusive, o contrato de acordo sobre 50% dos direitos da rede social, é falso.
Em uma das correspondências se percebe uma relação tensa entre os dois. Zuckerberg zangado e chateado com Ceglia por ter recebido apenas US$ 9 mil dos US$ 19,5 mil que assegura ter pactuado com ele, no projeto da qual os dois se conheceram.
Noutro, de janeiro de 2004, Mark comunica a Ceglia que não seguiria trabalhando com ele:
“Estou rodeado de algumas das pessoas mais brilhantes do mundo (…) Meu tempo é valioso e acho que é melhor investi-lo em outras coisas que sei, ou pelo menos espero, que serão mais gratificantes no futuro próximo”
Os advogados de Mark e da rede social, hoje pedem a anulação do processo por terem alegado a demonstração de provas suficientes e mais de duas centenas de e-mails que comprovam a “inocência” de Mark.
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História da Imprensa Paulista
É dia de evento!
Caio Túlio Costa participa hoje do debate e lançamento do livro “História da Imprensa Paulista”, de Oscar Pilagallo.
Além de Caio e Oscar, o evento contará com a participação de Ana Estela de Souza Pinto, Eugênio Bucci e José Arbex Jr.
O debate acontece hoje aqui pertinho, no teatro Eva Herz, da Livraria Cultura do Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2.073, ao lado do metrô Consolação). E para participar só é necessária a retirada de uma senha, que será distribuída na própria Livraria Cultura, as 18h.
Caio escreveu uma resenha do livro publicada no sábado, pela Folha de São Paulo. Ela pode ser lida a seguir:
PUBLICADO NA FOLHA DE S.PAULO DE 24/03/2012, PÁG E-7
‘História da Imprensa Paulista’ nasce clássica
CAIO TÚLIO COSTA
ESPECIAL PARA A FOLHA
A universidade brasileira produz uma literatura rarefeita sobre jornalismo. Costuma perder-se em minúcias, em teses absolutamente descartáveis sobre aspectos pueris do fazer comunicação.
A boa notícia é que existem profissionais dispostos a correr por fora e produzir conhecimento sobre o jornalismo.
É o caso de Oscar Pilagallo, que dedicou anos à pesquisa resultante nesta história do jornalismo paulista, cosida completamente à margem da academia.
Ele produziu uma obra de fôlego, bem escrita, concisa. Vem composta por incontáveis leituras, entrevistas e documentação. É a “História da Imprensa Paulista”, publicada por Três Estrelas, novo selo editorial do Grupo Folha.
Nasce clássica e preenche lacunas que a “História da Imprensa no Brasil”, de Nelson Werneck Sodré, não conseguia suprir em relação ao papel da imprensa paulista no cenário nacional.
No fundo, é a história de uma imprensa que começou atrasada no tempo e na tecnologia, ganhou espaço e protagonismo, mas ainda não se encontrou integralmente do ponto de vista da convergência tecnológica. Não é demérito só dela, mas da maioria dos jornais mundo afora, que ainda busca se situar em relação aos desafios da comunicação em rede.
O primeiro jornal da então província, “O Paulista”, estreou em 1823. Ou seja, 15 anos depois do primeiro jornal impresso no Brasil, no Rio e, pior, em vez de usar os tipos móveis inventados havia quase 400 anos por Gutenberg, surgiu caligrafado por amanuenses -mesmo com tipografias em quase todas as províncias do império.
Pilagallo mostra como a grande imprensa paulistana, ou a dita imprensa burguesa, ganha relevância e então centraliza a produção jornalística de reconhecida qualidade editorial, em grande medida e por muito tempo lastreada no Rio, em especial nos anos dourados do “Jornal do Brasil” (anos 1950 e 1960).
A maioria das atitudes e movimentações políticas relatadas sobre a imprensa paulista provém da leitura dos editoriais, revisitados com acuidade pelo autor ao traçar uma linha do tempo que reflete um processo mais conservador do que liberal.
Há exceções, conhecidas, como “O Estado de S. Paulo” contra a censura (anos 1970) ou a Folha a partir dos anos 1980 (Diretas Já).
É esclarecedora a divisão dos capítulos, que se amalgamam à ordem cronológica. Se de 1823 a 1889 há “Pioneiros, Panfletários e Cabriões” -os importunadores, atividade que o jornalismo paulista sempre cultivou no varejo-, de 1889 a 1930 perfila “A República Empastelada”.
De 1930 a 1945, a “Resistência e Cooptação sob Vargas”. De 1945 a 1964, a “Conspiração Contra o Perigo Escarlate” -o perigo comunista, cuja bandeira é de cor vermelha muito viva. De 1964 a 1984 se exibem os anos do “Jornalismo Possível na Ditadura”.
De 1984 a 1992, o autor vê “O Protagonismo das Redações”. Finalmente, de 1992 até 2010, a imprensa paulista está “Entre a Convergência e a Polarização”.
O uso do cachimbo costuma entortar a boca. Talvez por ter trabalhado tanto tempo na Folha, jornal no qual se formou, foi um dos editores e do qual foi correspondente na Inglaterra, há Folha demais e “O Estado de S. Paulo” de menos, como há Diários Associados de menos.
Justiça seja feita, Pilagallo não foge do delicado assunto que liga a “Folha da Tarde” à ditadura militar. Também não quero bancar o cri-cri ao apontar errinhos menores, mas Pilagallo peca ao considerar que o “Suplemento Literário” de “O Estado de S. Paulo” “serviria de modelo aos congêneres surgidos na grande imprensa brasileira”.
Apesar da extraordinária qualidade crítico-literária do caderno cultural paulistano, o modelo foi o “Suplemento Dominical” do “Jornal do Brasil”, do Rio, criado por Reynaldo Jardim no mesmo ano do paulista projetado por Antonio Candido: 1956.
CAIO TÚLIO COSTA é jornalista, professor na ESPM e sócio da MVL Comunicação.
HISTÓRIA DA IMPRENSA PAULISTA
AUTOR Oscar Pilagallo
EDITORA Três Estrelas
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Caiu na rede é peixe
1 – Seis anos de 140 caracteres!
Comemoramos esta semana 6 anos de uma plataforma que mudou de vez o conceito do real time!
A rede que diz ter mais de 140 milhões de usuários ativos no mundo e registra mais de 1 bilhão de mensagens a cada três dias, virou ponto de partida para um número incontável de polêmicas, manifestações sociais e até de revoluções “começadas no sofá” como vimos na Primavera Árabe.
O Youpix fez uma linha do tempo de dados marcantes da rede.
2 – Pássaros e porcos na galáxia
O jogo mais baixado da história da Apple Store ganhou, essa semana, uma versão nova.
Angry Birds levou os passarinhos raivosos e os porcos verdes malvados para o espaço.
O vídeo de lançamento do jogo foi feito em uma estação da NASA e divulgado no dia 08/03.
Na fanpage do jogo, diversos outros vídeos explicando como os pássaros foram parar no espaço e apresentando os novos personagens foram alimentando a ansiedade dos fãs.
Ontem o jogo foi finalmente lançado e o pessoal da MVL @vinusculo garante que é o jeito mais legal de diminuir a produtividade no trabalho, ou seja… O negócio é viciante!
3 – So, so, so… CUTE!
Da série vídeos da semana.
4 – Ferramenta super-duper-hyper!
Ta aí um anúncio que muito me interessa! A nova atualização do Google Analytics promete ser “A” ferramenta para a medição do famoso ROI nas mídias sociais!
Os novos relatórios permitem acompanhar se objetivos foram atingidos por meio das mídias sociais, como quantos tuítes levaram a uma compra, ou ao registro de um usuário.
Além disso a ferramenta também promete que sejam acompanhados os retornos ‘indiretos’ das mídias sociais, por exemplo uma vizualição de um produto nas redes que gera uma compra semanas depois.
Os relatórios, que serão liberados aos poucos para todos os usuários nas próximas semanas, poderão ser acessados dentro da aba
‘Standard Reporting’
Mais infos no blog do Analytics http://analytics.blogspot.com.br
5 – Bombou na minha TL
Em tempos da triste Cracolândia o pessoal do coletivo Casa da Cultura Digital pretende ocupar com cultura a região que os organizadores chamam de “Baixo Centro” e que compreende os bairros de Santa Cecília, Campos Elísios, Barra Funda e Vila Buarque. O objetivo é promover eventos de rua e desenvolver uma plataforma online para organizar a interação entre os cerca de 30 espaços de cultura e tecnologia com sede nas redondezas.
A programação já ta rolando, começou dia 23 e vai até o próximo dia 1º.
http://programacao.baixocentro.org/#lat=-23.538375999999747&lng=-46.65024509786946&zoom=16
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